
por Ellen Rossi
Raquel, de 56 anos, começou a ter dificuldades para enxergar no dia a dia. Em sua rotina corrida, viu uma plaquinha: “Exame de vista grátis na compra dos óculos”. Parecia prático e econômico. Lá foi ela.
O atendimento foi rápido. Um profissional de jaleco, sem identificação médica, testou algumas lentes e entregou uma receita. Em poucos minutos, ela já estava escolhendo sua nova armação.
Mas o alívio durou pouco. As dores de cabeça continuaram e a visão seguia embaçada. Meses depois, numa consulta com um oftalmologista, veio o diagnóstico: glaucoma avançado e sinais de retinopatia diabética. Parte de sua visão já havia sido comprometida — de forma irreversível.
A história da Raquel representa o que acontece com muitas pessoas. Exame de vista não é brinde. É um ato médico que deve ser realizado por um oftalmologista, profissional capacitado para identificar não só o grau correto das lentes, mas também doenças que podem levar a cegueira como glaucoma, catarata, retinopatia diabética, degeneração macular, entre outras.
Avaliações rápidas feitas apenas para vender óculos não substituem uma consulta oftalmológica completa. Por isso, exija sempre responsabilidade e cuidado com a sua saúde visual.
Afinal, o barato pode sair muito caro — especialmente quando se trata da sua visão.
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